quinta-feira, 28 de março de 2013

Palestras Explicativas sobre a Bolsa de Estudos do Governo Japonês (MEXT)

Acabo de receber a seguinte informação do Consulado do Japão em São Paulo:

O Consulado Geral do Japão em São Paulo estará promovendo Palestras Explicativas sobre as Bolsas de Estudo do Governo Japonês (MEXT) – 2014 destinado àqueles que desejam realizar pesquisas em universidades japonesas.
·         O que é o programa de bolsa de estudos MEXT e como funciona?
·         Como é o processo seletivo? Há um número de vagas delimitado?
·         Quais são os benefícios? Quais são as áreas de estudo contempladas?
·         O que fazem agora os bolsistas que retornaram?

Estas e outras dúvidas poderão ser esclarecidas nas palestras. Veja abaixo a data/horário/local das palestras e participe!





Para mais informacões, consulte a página Consulado Geral do Japão em São Paulo - Assuntos Consulares - Bolsa de Estudos MEXT

quinta-feira, 21 de março de 2013

Brasília pede ajuda da ONU para concluir estádio da Copa-2014 -- FSP

Folha de S.Paulo - Esporte - Brasília pede ajuda da ONU para concluir estádio da Copa-2014 - 20/03/2013

O governo do Distrito Federal assinou nesta semana um acordo de R$ 35 milhões com duas agências da ONU para que elas adquiram serviços e itens como barracas, geradores e câmeras de segurança para o estádio, disse um funcionário da entidade internacional à agência Reuters na quarta-feira.

O contrato é um dos mais claros sinais de que o Brasil está atrasado na construção dos estádios e de outras obras importantes para eventos esportivos que irá sediar. A Copa das Confederações, em junho, é um evento-teste para a Copa do Mundo, um ano depois.

A vantagem da ONU é que ela pode adquirir produtos e serviços sem passar pelos complexos e demorados processos de licitação exigidos pela lei brasileira.

terça-feira, 19 de março de 2013

João Pereira Coutinho - Desembarques na Normandia -- FSP

Folha de S.Paulo - Colunistas - João Pereira Coutinho - Desembarques na Normandia - 19/03/2013:

O mesmo acontece depois da universidade: em direito, por exemplo, os alunos negros são reprovados no exame de acesso à profissão quatro vez mais do que os alunos brancos; o "mismatch" explica metade desses fracassos. O que fazer perante os números aterradores das políticas afirmativas?

Escondê-los tem sido uma opção, o que significa arruinar silenciosamente a vida de milhares de pessoas para que as consciências progressistas possam dormir com as suas vaidades intactas.

Outra opção, sugerida sem um pingo de vergonha pelo "New York Times", é "convidar" as instituições de elite a serem um pouco menos de elite. No fundo, "convidar" Harvard a não ser Harvard --uma forma de corrupção intelectual e um caminho para o atraso científico do país.

Mas existe uma terceira via: defender a velha ideia de que competências médias devem frequentar universidades médias.

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Promessas da gestão Haddad já somam R$ 13,9 bi em 77 dias -- FSP

Folha de S.Paulo - Cotidiano - Promessas da gestão Haddad já somam R$ 13,9 bi em 77 dias - 18/03/2013:

Desde que assumiu a prefeitura, há 77 dias, o prefeito Fernando Haddad (PT) e seus secretários anunciaram 13 medidas que custarão ao menos R$ 13,9 bilhões para ser colocadas em prática.

(...)

Por dia, são cerca de R$ 180 milhões em promessas desde 1º de janeiro. Para arcar com os custos, além do dinheiro do caixa do município, a prefeitura pretende recorrer a verba dos governos estadual, federal (em ao menos 5 iniciativas) e de empresas, por meio de parcerias público-privadas.

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sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

cientistas e políticos

Fishing for certainty -- Nature
When in 1995 I moved into policy-making, managing fisheries in the northeastern United States, I learned that advice comes from all directions. Scientists would present data with many caveats; others would give advice based mainly on opinion. Fishermen coming to the microphone in a public meeting might categorically state that the science was wrong, the rules wouldn't work and everyone would go out of business. Scientists tended to emphasize their uncertainty, and would be unwilling to speculate.

As scientists, we learn to analyse uncertainty and we explore decision-making in the light of that uncertainty. This is important, but we must also recognize that the precautionary approach will be adopted only slowly in policy-making. Uncertainty undermines political will in environmental decision-making. Officials are more likely to support a vociferous interest group that is apparently certain of the dire economic consequences of new restrictions, than scientists who advocate caution and prioritize the environment.

(uma anotação antiga que estava na lista de rascunhos)

A propaganda totalitarista tenta convencer o mundo, não se preocupa com seu próprio povo

Erro 404 | Demétrio Magnoli no Instituto Millenium
Totalitarismo é algo bem diferente de autoritarismo. O segundo se ampara, exclusivamente, na força e se contenta em calar, prender ou eliminar opositores. O primeiro também se ampara na força, mas nutre a pretensão de persuadir a sociedade a acreditar no seu enredo sobre a história – ou seja, numa narrativa que o torna depositário de uma legitimidade transcendental. George Orwell explicou isso: “O Estado totalitário é, efetivamente, uma teocracia e sua casta dirigente, a fim de conservar sua posição, deve ser vista como infalível. Mas como, na prática, ninguém é infalível, torna-se frequentemente necessário rearranjar os eventos passados de modo a mostrar que este ou aquele erro não ocorreu ou que este ou aquele triunfo imaginário realmente aconteceu”. Eis por que a política do totalitarismo demanda o controle sobre a linguagem empregada pelas pessoas.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Niemeyer, a arquitetura da destruição -- Demétrio Magnoli

Niemeyer, a arquitetura da destruição - Jornal O Globo

Niemeyer inscreve-se na matriz de Le Corbusier, o fundador de uma arquitetura da destruição que, consagrada à estética do poder, odeia a história, o espaço público e as pessoas comuns.(...)

Para além disso, Niemeyer compartilhou com seu mestre a crença fundamental na “missão civilizatória” do Estado — isto é, no privilégio estatal de mobilizar ilimitadamente a terra urbana para esculpir a cidade (e a sociedade) segundo os ideais da elite dirigente. Os dois arquitetos solicitam o patrocínio de tiranos — ou melhor, de tiranos com uma Visão.(...)

A estética de Niemeyer é uma declaração política. Em Brasília, como registrou James Holston, o contraste tipológico entre os edifícios públicos, “objetos excepcionais, figurais, de cunho monumental” e os edifícios residenciais, “objetos seriais, repetidos, que são cotidianos”, representa a utopia regressiva almejada pelo arquiteto.(...)

Nenhum “governante compreensivo” se equivoca ao convocar o “arquiteto comunista” cujos projetos oferecem as melhores oportunidades no jogo do superfaturamento de obras públicas.

Para ler mais sobre Niemeyer, veja aqui, aqui e aqui.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Mais sobre o caso Nicolelis

O Estadão tem uma nova série de artigos sobre o caso do favoritíssimo Nicolelis, que continua se recusando a oferecer sua versão ao jornal.

Organização do cientista receberá R$ 33,2 milhões do governo - Estadão

Um dos experimentos mais divulgados por Nicolelis sobre ICM foi realizado em janeiro de 2008, quando uma macaca caminhando sobre uma esteira no seu laboratório na Universidade Duke teria comandado os movimentos de um robô humanoide no Japão, com seus comandos cerebrais captados e transmitidos em tempo real via internet.

Os dados técnicos do trabalho, porém, nunca foram publicados em revistas científicas (apenas pela mídia), impossibilitando outros pesquisadores de examinarem os resultados de maneira independente.

O robô usado no Japão foi desenvolvido por uma empresa de robótica americana chamada Sarcos, que, dois meses antes do experimento, foi comprada por uma companhia maior, chamada Raytheon, que desenvolve uma série de tecnologias militares - entre elas, exoesqueletos para soldados de infantaria.

Nicolelis usa trabalhos antigos para mostrar nova produção de instituto - vida - ciencia - Estadão

Nicolelis foi procurado ontem via e-mail e telefone para comentar os dados, mas não respondeu. Desde domingo, o cientista tem se manifestado intensamente, mas apenas pelo seu Twitter. (...)
Uma análise criteriosa dos sete trabalhos listados ontem por Nicolelis indica que todos são resultados de pesquisas anteriores ao "racha", produzidas em sua maior parte pelos cientistas que deixaram o IINN-ELS e migraram para o Instituto do Cérebro (ICE) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Em seis anos, R$ 61,3 milhões - vida - ciencia - Estadão

A receita da AASDAP entre 2006 e 2011 foi de R$ 61, 3 milhões, dos quais R$ 19,7 milhões (32%) vieram de fontes públicas e R$ 41,6 milhões (68%), de privadas.

UFRN pagou R$ 540 mil por uso de laboratórios - vida - ciencia - Estadão

Seguiu-se uma briga pela posse e direito de uso dos equipamentos que ficaram dentro do IINN-ELS; comprados com recursos públicos. O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) disse ao Estado que "os equipamentos comprados com projetos de pesquisa foram patrimoniados pela UFRN; sendo assim, esta questão da partilha está fora da competência do MCTI".

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